O “papa” Bento XVI pediu na terça-feira 7 de Julho 2009 que uma "autoridade política mundial" ordene a economia mundial e que haja maior regulação governamental das economias nacionais para tirar o mundo da actual crise e evitar que ela se repita.
O “papa” pediu que se repense o modo como a economia mundial é conduzida numa nova encíclica, que tratou de algumas questões sociais, mas cujo principal fio condutor foi o modo como a actual crise afectou países ricos e pobres.
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Ernst Keller, director da IBM falou na Suíça sobre uma visão futurista de pagamentos sem dinheiro vivo: “Posso imaginar que todos os tipos de entrada, por exemplo, para pagamentos no caixa ou para identificação pessoal, acontecerão através de um toque da mão” (Factum 5/98).
Recentemente, uma reportagem na TV mostrou uma feira de tecnologia em São Paulo - Brasil, onde a grande novidade era um chip de computador que, instalado num telemovel ou num relógio, dispensa o uso de cartões magnéticos, cheques ou dinheiro para fazer pagamentos.
Com essa nova tecnologia, bastaria aproximar o relógio da máquina de pagamentos para o valor ser automaticamente debitado.
Com um pouco de imaginação podemos pensar que o próximo passo poderia dispensar o próprio telemovel ou relógio, implantando o chip sob a pele, como hoje já se faz experimentalmente em animais como cães, gatos que precisam ter as suas rotas migratórias mapeadas.
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“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta, ou o número do seu nome” (Ap. 13:16-17).
